Dentistas Apucarana, Paraná

Dentistas em Apucarana. Aproveite para saber mais sobre o assunto lendo nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes.

Fátima Heloísa Fernandes
(43) 3422-3110
Rua Professor João Cândido Ferreira 530
Apucarana, Paraná
 
Acosta Odontologia
(43) 3423-2344
Rua Osório Ribas de Paula 94 s 504
Apucarana, Paraná
 
Consultório Odontológico Dra.fabiola L.godoi Acosta e Dr.helio H
(43) 3422-1373
Rua Osório Ribas de Paula, 432 s 103
Apucarana, Paraná
 
Eunice Mitiko Ogido Ueda
(43) 3422-2103
Avenida Curitiba s 114
Apucarana, Paraná
 
Cláudia A Venturini Santos
(43) 3422-1133
Rua Doutor Oswaldo Cruz 415
Apucarana, Paraná
 
Fabiana J Yamanaka
(43) 3422-8824
Rua Osório Ribas de Paula 410 s 12
Apucarana, Paraná
 
Denise B B Santos
(43) 3422-6988
Rua Doutor Nagib Daher 845
Apucarana, Paraná
 
Consultório Odontológico Rosa Akemi Kobo
(43) 3033-1379
Rua Doutor Oswaldo Cruz 1111 s 102
Apucarana, Paraná
 
Consultório Odontológico Dr Seiiti Hassumi e Dra Luciane Yoshie
(43) 3422-3939
Rua Rio Branco, 468
Apucarana, Paraná
 
João Haponiuk
(43) 3422-0622
Rua Professor João Cândido Ferreira 593 s 2
Apucarana, Paraná
 

Doutor, arranca o meu dente?

Já ouviu essa frase no consultório? Sr. Paciente, já disse isso para o seu dentista? Já me fizeram esse pedido várias vezes. A frase acima exemplifica um comportamento muito comum dos pacientes na Odontologia: dizer ao dentista o que é que tem que ser feito.

Esse já era!

Funciona assim: o paciente entra no consultório, com dor ou não, e já vai dando as diretrizes: “Doutor, esse dente aí tá podre. Não adianta mais. Eu vim arrancar ele”. Aí o dentista, calmamente, diz: “Posso, primeiro, ver o seu dente?” E então, no exame clínico e, quase sempre, radiográfico, confirma-se ou não a necessidade da exodontia (extração) do elemento. Quando é constatada a real indicação de exodontia, ok. Mãos à obra. E quando o dente tem salvação?

Já volto para essa questão. Vamos, antes, analisar esse comportamento tão corriqueiro dos pacientes odontológicos. Ninguém chega no médico e diz: “Doutor, esse coração aí tá podre. Não adianta mais. Eu vim transplantar ele”. Ah, alguém diria, não dá pra comparar dente com coração…. Não? Ambos são órgãos humanos, úteis e, se não estiverem presentes, fazem falta. O problema está na banalização da Odontologia. O paciente vê você, meu colega, como um arrancador de dentes. Um fazedor de dentaduras. Um limpador de tártaro. Ele não enxerga os anos de estudo que o prepararam e muito menos a sua verdadeira profissão: promotor de saúde. E não só bucal.

Os maiores culpados da banalização da Odontologia somos nós, cirurgiões-dentistas. Nós não nos valorizamos como profissionais de saúde. Nós fazemos qualquer negócio! As clínicas “pop” estão aí pra quem quiser ver. Eu já trabalhei em clínica popular (como 95% dos recém-formados que nao abrem consultório), e sei como funciona: você pergunta para o paciente o que ele quer e… faz. Veja, não há problema nenhum em perguntar ao paciente o que ele deseja, e acredito que essa pergunta seja parte fundamental da elaboração do plano de tratamento. Mas simplesmente comportar-se como um macaquinho adestrado, não dá!

Aí tem o outro lado da moeda… o paciente carente. Você planeja um tratamento incrível, uma reabilitação bucal completa, próteses fixas, enxertos ósseos, implantes… mas o paciente não pode pagar. Sem problema, existem outras opções mais baratas e igualmente saudáveis a serem propostas. Agora, voltando à questão daquele dente que “tem salvação”, imagine: seu paciente chega urrando de dor, implorando para que você faça aquilo parar. “Doutor, arranca PELAMORDEDEUS!”. Você avalia que o dente não está condenado, e uma endodontia bem feita resolveria o problema (seguida, é claro, de restauração ou coroa). Você informa isso ao paciente. Ele diz: “Não, Doutor, eu não tenho dinheiro pra fazer canal e essas coisas, eu prefiro arrancar”. E aí? QUERO SABER SUA OPINIÃO E CONDUTA NOS COMENTÁRIOS, LÁ EMBAIXO.

Enfim…

Sr. Paciente: respeite a opinião do...

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