Dentistas Palhoça, Santa Catarina

Dentistas em Palhoça. Aproveite para saber mais sobre o assunto lendo nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes.

Clínica Odontológica Sorriso
(48) 3242-2277
Rua José Maria da Luz 2827 s 201
Palhoça, Santa Catarina
 
Christina Silva Aranha
(48) 3242-0468
Rua Padre João Batista Réus 2100
Palhoça, Santa Catarina
 
Carlos Chagas
(48) 3242-1461
Rua José Maria da Luz 2792
Palhoça, Santa Catarina
 
Normando Vinícius Pereira
(48) 3342-5256
Rua José Maria da Luz 2798 s 1
Palhoça, Santa Catarina
 
Elizangela Ody
(48) 3343-1364
Rua Benjamin Gerlach 696
São José, Santa Catarina
 
Consultório Odontológico Dr Felipe Zunino França
(48) 3242-3144
Rua 31 de Março, 47
Palhoça, Santa Catarina
 
Débora Alice Ceregatti
(48) 3344-1386
Rua Cláudio Coutinho 118
Palhoça, Santa Catarina
 
Consultório Odontológico Margarete Franke
(48) 3344-4619
Avenida Bom Jesus de Nazaré 1363
Palhoça, Santa Catarina
 
Marlene Bolan de Amorin
(48) 3242-1429
Rua Caetano Silveira de Matos 2455
Palhoça, Santa Catarina
 
Antonio Manoel da Cunha
(48) 3259-2828
Rua Adhemar da Silva 930
São José, Santa Catarina
 

Doutor, arranca o meu dente?

Já ouviu essa frase no consultório? Sr. Paciente, já disse isso para o seu dentista? Já me fizeram esse pedido várias vezes. A frase acima exemplifica um comportamento muito comum dos pacientes na Odontologia: dizer ao dentista o que é que tem que ser feito.

Esse já era!

Funciona assim: o paciente entra no consultório, com dor ou não, e já vai dando as diretrizes: “Doutor, esse dente aí tá podre. Não adianta mais. Eu vim arrancar ele”. Aí o dentista, calmamente, diz: “Posso, primeiro, ver o seu dente?” E então, no exame clínico e, quase sempre, radiográfico, confirma-se ou não a necessidade da exodontia (extração) do elemento. Quando é constatada a real indicação de exodontia, ok. Mãos à obra. E quando o dente tem salvação?

Já volto para essa questão. Vamos, antes, analisar esse comportamento tão corriqueiro dos pacientes odontológicos. Ninguém chega no médico e diz: “Doutor, esse coração aí tá podre. Não adianta mais. Eu vim transplantar ele”. Ah, alguém diria, não dá pra comparar dente com coração…. Não? Ambos são órgãos humanos, úteis e, se não estiverem presentes, fazem falta. O problema está na banalização da Odontologia. O paciente vê você, meu colega, como um arrancador de dentes. Um fazedor de dentaduras. Um limpador de tártaro. Ele não enxerga os anos de estudo que o prepararam e muito menos a sua verdadeira profissão: promotor de saúde. E não só bucal.

Os maiores culpados da banalização da Odontologia somos nós, cirurgiões-dentistas. Nós não nos valorizamos como profissionais de saúde. Nós fazemos qualquer negócio! As clínicas “pop” estão aí pra quem quiser ver. Eu já trabalhei em clínica popular (como 95% dos recém-formados que nao abrem consultório), e sei como funciona: você pergunta para o paciente o que ele quer e… faz. Veja, não há problema nenhum em perguntar ao paciente o que ele deseja, e acredito que essa pergunta seja parte fundamental da elaboração do plano de tratamento. Mas simplesmente comportar-se como um macaquinho adestrado, não dá!

Aí tem o outro lado da moeda… o paciente carente. Você planeja um tratamento incrível, uma reabilitação bucal completa, próteses fixas, enxertos ósseos, implantes… mas o paciente não pode pagar. Sem problema, existem outras opções mais baratas e igualmente saudáveis a serem propostas. Agora, voltando à questão daquele dente que “tem salvação”, imagine: seu paciente chega urrando de dor, implorando para que você faça aquilo parar. “Doutor, arranca PELAMORDEDEUS!”. Você avalia que o dente não está condenado, e uma endodontia bem feita resolveria o problema (seguida, é claro, de restauração ou coroa). Você informa isso ao paciente. Ele diz: “Não, Doutor, eu não tenho dinheiro pra fazer canal e essas coisas, eu prefiro arrancar”. E aí? QUERO SABER SUA OPINIÃO E CONDUTA NOS COMENTÁRIOS, LÁ EMBAIXO.

Enfim…

Sr. Paciente: respeite a opinião do...

Clique aqui para ler este artigo em Medo de Dentista